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Explosão em casa da Grande Florianópolis mostra importância da instalação de gás

Veja como se proteger para evitar acidentes.




Mais uma ocorrência de explosão de gás de cozinha Santa Catarina. Dessa vez foi na terça-feira, dia 19, em uma casa em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis. Não houve feridos, mas a estrutura da residência ficou danificada, o que provocou a interdição do local. O botijão ficava em um abrigo construindo abaixo do nível da calçada, o gás se espalhou e danificou toda a estrutura da residência. Por sorte ninguém ficou ferido. Segundo os bombeiros, o proprietário da casa havia trocado o botijão no último domingo e desde a segunda-feira passou a sentir cheiro de gás. Ao decidir “testar” se havia vazamento com um isqueiro perto da válvula, o botijão explodiu.

Fatos como esses são muito comuns. A instalação inadequada desse tipo de sistema, seja na cozinha quanto para os demais cômodos é um risco tanto no ponto de vista da segurança pessoal quanto para a economia do usuário. Todavia certas medidas podem ser tomadas para otimizar isso, como por exemplo um projeto de instalação de gás devidamente planejado e de acordo com as normas vigentes.

Em um projeto de instalação de gás são previstos todos os pontos de utilização e a demanda de gás que aquela unidade terá. Com base nisso, são dimensionados tubulações, abrigos, reguladores de pressão, ventilação dos cômodos, entre outros aspectos técnicos e exigências. Um projeto de instalação de gás também irá determinar qual o melhor tipo de abastecimento Gás Natural (GN) ou Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), principalmente levando em conta a disponibilidade de fornecimento de cada um para a região em questão.Willian Bucco, da Bucco Conexões de Herval d´Oeste alerta “o fato do GLP ser distribuído em botijões não significa que ele não seja regido por normas de segurança e de projeto. Por exemplo, é previsto que esses botijões sejam instalados na parte externa da casa, em abrigos devidamente dimensionados. Também é restrito o uso de botijões dentro de apartamentos, no caso de o edifício ter canalização de gás”.

“Uma instalação sem projeto pode infligir normas de segurança e utilização. Existem restrições que determinam em que locais ou cômodos da edificação uma tubulação de gás pode passar ou não; o distanciamento destas em relação a outras redes, como elétrica e hidráulica, da residência; são previstos registros de pressão e válvulas que permitem maior segurança e praticidade de manutenção; a ventilação dos ambientes que receberão aparelhos à gás”, destacou ele.

O projeto de instalação de gás é regido tanto pelas normas da ABNT quanto pelo do Corpo de Bombeiros. Este último é essencial para conseguir o Certificado de Aprovação do Corpo de Bombeiros, sem o qual não se consegue o Habite-se, no caso de edificações multifamiliares e comerciais. Este certificado é crucial para o funcionamento de localidades comerciais e regularização de prédios, sendo necessário ser renovado a cada 5 anos e passar por vistorias. Caso contrário, é possível até que a edificação seja embargada.

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